sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

White nights.



Os meus pés descalços, rodopiavam, avam, avam. O abrir dos olhos para um novo amanhã e seguir as estrelas, rodopiar. Podia estar bêbada, bêbada de riso, de diversão, de sujidade... Eu até podia ser ouro porque nos nossos sonhos podemos ser tudo e então os meus sonhos são a minha realidade.
Está frio e a rua é escura, mas algo não me deixa de parar, não existe silencio nestas ruas, vejo tanta cor nesta escuridão e fitas, serpentinas pelo ar, rodopiando.
Não me acordes para pesadelos desnecessários, deixa-me dormir no meu inconsciente, abusar do poder e da sedução, não me leves a pensar desnecessariamente. Suscita a minha curiosidade, não o meu medo, embraça as luzes que te rodeiam e o céu estrelado que nos cobre, não olhes só para o que está à tua frente mas para lá , do lá do que está à tua frente. Corre do nada, foge, foge nem que depois tenhas de procurar o caminho de volta por te teres perdido.
Não existe nada melhor do que estar perdido.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Pause.

Eu perdia-a, estava guardada no meu bolso. - gritei mas ninguém ouviu - Vazio. Que roto este bolso.
As pessoas entram, sentam e saem.
Inspiro e expiro, as horas passam. Vagueio em pensamentos, ouço o teu ponto de vista, o ponto de vista dele, levanto-me aborrecida, deito-me desinteressada.
Acordo. Os bolsos continuam vazios, vou ao café a que chamam escola, ouço, ouço, ouço. Raro falar. Ouço. Nada me fica, nada me dura. Vejo, observo muito. Gosto como o pó rebola no ar do cabelo daquela rapariga e a maneira como aquele sacude a mão sempre que começa a falar. O lamber de lábios de alguém com cieiro e a maneira como alguém cora a olhar para outro.
Deixo-me disso, ando mais e nada encontro.
Deito-me.
Repito tudo de novo.
E de novo, de novo, de novo... Já nada há de novo, sem ser os detalhes... Os detalhes lá ficam mas não é novidade. Começamos a prevê-los com o tempo, mas não deixam de ser uma bela distracção, entretenimento.
Mas cada dia é novo quando em nada cremos, somos expectadores do que acontece sem nos levarmos pelo que acontece, vazio, solidão, ar. Expectador. Como uma pausa na vida.
Os bolsos continuam rotos, perdi muita coisa, esperei achar mas nada encontro.
Expectador até encontrar o que me caiu.
Crente em nada é expectador até se tornar em nada, pois se nada existe... Até nós nos tornamos em nada.
Mas o problema é que os outros já o são. Nada. Quem me dera ser assim... Nada e em nada tudo ser.
Mas o problema é que eu ou sou nada ou sou tudo. Nunca serei nada e em nada ser tudo.
É branco ou preto, o cinzento deve-me ter caído do bolso com o resto.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

I almost wish we were butterflies.

Dust, you left dust all over my place. Dust from your fragile wings that abandoned me so long time ago... I became sanity since you left, I became everything that you've asked me to turn and then I realized that I didn't wanted to touch in sanity. I don't want this sticky dark lake, I don't want to drown in this sea.
Oh, I miss how I was my way, how I was my feet and my legs. I was insanity.
Sanity is when I forgot my feet and my spiracle. My inside became external.

I think I made you up inside my head.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Isolation.

A liberdade deixa de existir no primeiro momento em que se pensa na sua definição. No dicionário diz que liberdade significa:
1. Possibilidade de se fazer o que quer: liberdade de pensamentos; liberdade de movimentos.
2. Estado de não estar preso, fechado: sair em liberdade
Tomar a liberdade de fazer algo - decidir fazer algo.

Mas logo contradiz tudo ao usar exemplos de frases como:
"A justiça não existe onde não há liberdade."
L. Einaudi



Não posso dizer que esta frase esteja incorrecta, é apenas um ponto de vista em que a multidão concorda, mas isso não significa que esteja correcta.
Gosto de contornar as coisas, de as tornar mais reais, físicas, sentidas.
A definição tira-nos a liberdade de dar-mos a nossa própria definição de liberdade, a própria definição não é livre e a frase condiciona-nos apenas ao nosso espaço - liberdade estado de não estar preso, fechado - sinto-me presa no meu próprio espaço logo a liberdade sendo também possibilidade de fazer o que quero está me a condicionar, não devia, já que é a possibilidade de se fazer o que quiser. Ocupar o espaço do outro não deixa de ser liberdade, ocupar o espaço do outro não passa de eleuteromania, uma paixão exagerada pela liberdade, uma paixão tão grande capaz de ofuscar todo o espaço ao redor.
Apenas nos torna-mos mais egocêntricos e egoístas em questões de espaço, apenas em questão de espaço e liberdade.

Pensar que a minha liberdade está condicionada aos pensamentos dos outros, ao mover dos outros... Que está dependente de terceiros, não me sinto livre, sinto-me presa em isolamento, isolamento físico por não poder ultrapassar o meu espaço pois as pessoas são muito sensíveis para alguém poder lhes tocar no seu espaço nem que seja com um dedo mindinho. Isolamento de pensamentos por afectar mentes fechadas, que não vêem nada à sua frente a não ser a sua vida medíocre.

Não viverei em isolamento por ignorância de terceiros que condicionam a minha dita liberdade, a minha eleuteromania, que já mais existe.


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

I lost control again.

This huge desire to jump,
To jump from a bridge.
It's like I always wanted to die.

It's like I always wanted to fly.

This huge desire to jump,
To jump in a front of a train.
Until all my blood drain,
All my blood rain.

This huge desire to open up my throat.

For seconds I couldn't control this huge,
This huge desire for see blood
Not mine but yours.
I couldn't control myself.
I couldn't care less about ourselves.

"Selfish bitch, she couldn't control herself."

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

all

Paro, não paro e não paro à bastante tempo. A minha necessidade de parar é enorme, mas, o tempo neste momento é escasso para poder parar.
Fazer o que melhor sei fazer, parar.
Parar no tempo, nos minutos e segundos, parar no meio das pequenas gotas que caiem, sentir cada fissura da pele, cada desgaste da mente.
Se não oiço é porque observo e absorvo.

It's like sit and do nothing, not be looking at the watch and not be looking for someone, just sitting alone looking at things. recording silence.
Then try to difine silence.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Day 3

Algo frio e escuro
Sem um fim pré-definido.
Algo que cai através de todos e fica ao dependuro
Nos detalhes do oprimido,
Nos detalhes do futuro,
Sem um fim pré-definido.

Como escorregar e em vez de levantar,
Gatinhar.

Não acho saída
Nem soube sequer se existiu uma entrada,
Não haverá recaída
Durante esta estrada.

Suspiro.

domingo, 23 de outubro de 2011

I do not remember.

Soft light, brave light, light, light, light.
Big light, small light, drop, drop, drop light.











domingo, 16 de outubro de 2011

True dream.

Uma nébula no ar e o som já mais existe, apenas pequenas, grandes nébulas que nos ofuscam os olhos e tornam os nossos passos inconsistentes. A respiração lenta e o pestanejar pesado, mais lento, imune ao que lhe rodeia. A cabeça cai, a nébula torna-se mais densa, os olhos fecham e a nébula torna-se mais clara. O corpo pesa e decai de uma maneira suave, fluída, como cair num prado de flores fofas e aconchegadoras, feliz. O sonho é nítido e claro, real até ao acordar. Os olhos vacilam ao abrir, dás por ti num chão e pessoas a observarem-te, era tão mais feliz a sonhar...


- Always.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

He convinced me I was him.

Passos. Anseio por eles, como se tivessem ao virar da esquina mas nunca estão, já mais irei voltar a ouvir esses passos, ansiosos passos, nunca nenhum som ficou tão vivo e vazio como os teus passos. É como se metade do que estivesse preso se fosse.
Não irei correr para os ouvir, não olharei para os descobrir, houve um fim a isso tudo, um fim com para sempre.


 
Without having a reason, without remember it, I'm forgettin', I can't forget. With sorrow you don't forget but sometimes you get to a point were you get so accustomed to it that it's hard to remember. To still remember I will need to be happy just for a second to bring everything down again.
I don't want to bring everything down again, but I always do that, every year I forget and when I start to forget, something catastrophic need to happen to wake up again.

sábado, 24 de setembro de 2011

Day 2

O peso da vontade de levantar-me decai,
Perde cada vez mais o significado de ser
E revolta-se mais o de estar.
A lentidão e a escassa força invadem-me,
Separam-me do meu ser
Entregando-me a outro sem ver.
Perdendo a noção e mesmo a razão
Que sempre me despertaram outrora
E me fizeram lutar em vão.

Caminhar torna-se uma fadiga,
Uma lentidão infinita.
Nada renasce e nada se perde
Quando o caminhar desvanece.
O medo e a ânsia tomam o lugar de uma vida
Tornando-a tão perdida
Que poucos nestas alturas a vêm
E tão poucos a querem.

I miss the summer.



terça-feira, 6 de setembro de 2011

Sou capaz de senti-lo mas não o quero. Não quero as mãos suaves de outro, os olhares misteriosos ou palavras bonitas, quero ódio, quero ódio. Não consigo controlar a ansiedade pelo ódio, ódio. O poder que nos invade quando estamos enlouquecidos pelo ódio, aquela raiva que faz as nossas veias dilatarem. Não quero aquela insanidade momentânea, quero o rancor. Quero a insanidade mental, problemática e até fenomenal e não a insanidade momentânea que irá desaparecer, aquela que é ilusória, aquela que não nos deixa ver. Quero aquela nos deixa ver e mais que ver, ao ponto de não conseguires dormir e nem quereres viver, prefiro pensamentos assustadores que me consomem constantemente a pensamentos positivos que um dia acabariam por desaparecer. Desaparecem sempre.
Prefiro sofrer intensamente a longo prazo do que viver intensamente uma ilusão que acabará para outra começar, não a quero.
O pior é quando nos deixamos levar. Não acontecerá até não conseguir respirar, aí é porque a loucura é mais forte e não irei conseguir controlar.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Interlude

Tinha sede, bebeu. Era noite, era escuro.
Movia-se lentamente pelo chão, com uma queda brutal, vazia de algo único.
Os olhos abriam e fechavam como qualquer pessoa acordada o faria, uns momentos tudo era preto, uns momentos tudo eram imagens.
Estes intervalos sem ver, não os queria.

Era dia, era claro, era cinzento claro.
Os olhos voltaram a abrir, estava longe da agua, movimentou o braço, só mais um pouco, só mais um pequeno gesto.

O dia por trás da janela, o dia lá fora.

O dia cá dentro.

Jantar, não havia.
Agua.

Deitar, debruçar, rebolar.

Acordar, já não era dia, já não era noite.
Já não abria os olhos ou fechava, já não havia gestos.
Apenas agua.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Love cats.

Rolando lentamente
Nos teus braços peludos,
Rolando na paixão ardente
Que transita de abraços a sonhos humidos.
Vergando vestes de seda
E máscaras de alcatrão.
Caindo na própria ilusão,
Perdendo a própria noção.

Os passos que nos rodeiam
Fazem tropeçar sem parar
Até ao fim da rua do amor
Onde gritos nos invadem de prazer
E tão pouco de dor.

Lambe-me a face como um gato
Rasteja até mim como um rato
Procura o teu prato
No meio do meu asfalto.

Tu queres sempre mais, mais, mais.
Sabia que vinhas novamente
Com o teu passo pesado para voltar
A tropeçar na minha mente
Que tão te atormenta.
Que tão pouco te afugenta.

I will do anything for you.





terça-feira, 19 de julho de 2011

And the dream was so far...

So far of touching the sky,
Blessing the day for another try.

Sleeping at world's end
To wake up enemy of a friend.

Miss someone until you can not sleep,
Until it hurts so deep.

Crying your heart out
Until your lungs shout.




segunda-feira, 11 de julho de 2011

Le conte.

O portão abriu rangendo, sentia a ferrugem nos meus dedos frios. A névoa cobria o ar, conseguia ver a minha própria respiração a flutuar e os meus sonhos pareciam todos alcançáveis naquela noite. Percorri lentamente o percurso até a porta de madeira, aproveitando cada segundo daquele ar frio de Inverno.
Era a casa dos sonhos, dizia na tabuleta pendurada na parede de pedra, senti a maçaneta dourada a abrir, como se tudo em mim abrisse quando tocava nela. A casa cheirava a mofo, o pó e o abandono cobriam o ar. Percorri o corredor alcatifado, observando cada detalhe que me rodeava,  não eram apenas quadros que cobriam as paredes, eram memórias, memórias de tempos nunca vividos, nunca tocados apenas sentidos. Parei a meio do corredor, havia uma sala repleta de coisas nunca vistas, pessoas invisíveis dançavam ao som de uma música nunca ouvida, a luz dessa sala ofuscava-me os olhos, era tudo tão brilhante, as pessoas tão pálidas e mesmo assim nunca visíveis, nunca tocáveis. Sentei-me no sofá mais próximo, ninguém parecia reparar na minha presença, bebiam chá, conversavam, riam-se e a minha presença ali era nada mais que pó arrastado pelo vento.
Resolvi dançar ao som da música que não se ouvia, resolvi beber o que não existia e saborear o que não tinha sabor. Os sonhos eram belos na casa dos sonhos, eram vistos mas não vividos, eram sentidos mas não tocáveis. Um paradoxo de vidas, de realidades.
Diziam que quem entrasse nunca saía, os nossos sonhos mais íntimos estavam à nossa frente e levavam nos à loucura . Então, de repente, tive um vislumbre da realidade, apenas durante um breve segundo eu vi, não existia pessoas mágicas e brilhantes à minha volta, era tudo negro sem luz e milhares de corpos mortos cobriam a sala, tentei fugir mas quanto mais tentava fugir mais pessoas mágicas me cobriam o caminho, vi quem mais desejava ver, provei o que mais desejava provar, senti o que mais desejava sentir e tudo parecia em vão. Só queria conseguir fugir dos meus sonhos, o corredor já não era um corredor e sim uma floresta, um labirinto sem fim e seres mágicos lindos, perfeitos cantavam para mim, seduziam-me, acabaria por morrer ali, nos meus sonhos.
O cenário voltou a mudar, era uma sala com um piano que tocava uma melodia que me prendia de tal forma, a nostalgia arrancava-me aos poucos. Será possível os nosso sonhos matarem-nos? Levarem-nos e prenderem-nos a um mundo totalmente diferente ao ponto de não conseguirmos distinguir o real do irreal?
Um rapaz apareceu agarrou-me, dançou comigo, não conseguia parar de dançar, poderia morrer ali, naquele momento já nada importava, estava a ser arrastada pela minha própria fantasia, pela minha própria criação.
Outro vislumbre, a realidade novamente, dançava sozinha, não havia música alguma e novamente milhares de corpos mortos no chão. Larguei o rapaz e fugi pela porta mais próxima, desci as escadas a correr e quanto mais descia mais as coisas a minha volta eram irresistíveis, havia de tudo, tudo o que não conseguimos imaginar, o que está para lá das nossas mentes, para lá dos vossos desejos mais desejados.
No fim das escadas estava um ringue de patinagem no gelo, como eu gostava de patinar no gelo, já tinha os patins calçados e um vestido lindo, branco, cobria-me o corpo.
Conseguia patinar de todas as maneiras, fazia piruetas, coisas que só alguém profissional alguma vez faria, este corpo não era meu, era sonho. Tudo ali, era um sonho, quanto mais me levava por eles mais difícil era conseguir resistir-lhes, então outro vislumbre, novamente pessoas mortas por todo lado.
Sempre que parecia estar a cair nos meus sonhos, a realidade alcançava-me e apenas eu poderia escolher o caminho a seguir, viver até morrer nos meus sonhos irreais ou seguir a dura realidade?
Fugi, não sei por onde, mas fugi. Fugia de olhos fechados, não conseguia ver mais os meus próprios sonhos e quanto mais parecia chegar à saída mais eles eram encantadores e de repente nada, de repente já não era nada, como é que algo tão belo passa a nada? Era a porta, a porta de saída, estava a menos de 5 metros. Dei um passo e então os pesadelos apareceram assustando-me, aterrorizando-me, sentia a insanidade a invadir-me, tinha o meu eu contra o meu outro eu frente a frente, podia deixar-me levar, pelos meus olhos verdes, pelo meu cabelo loiro e ficar ali a ver memórias do meu passado, a arrancarem-me aos poucos, nada parecia existir para além de aquilo, tinha de percorrer 5 metros de memórias aterrorizadoras. Eram apenas 5 metros - pensei. Mas nesses 5 metros eu acabaria por nunca mais ser a mesma.

domingo, 26 de junho de 2011

I can't sleep until I devour you.





Afundar,
Afundar-me em mágoas
Que o meu peito ainda não apagou.
Afundar-me em coisas que ele ainda não amou,
Que nunca sentiu, que nunca viveu, que nunca uivou.
Sufocando entre as palavras ditas e por dizer
Sufocando entre ser e não ser,
Congelando memórias
Entre as nossas glórias.
Pecando e perdoando
Como se o brilho do que nos rodeia
Não passa-se mais do que uma ideia
Para me enlouquecer, para me perder
Para infelizmente te ter.

Tentas-me puxar até ao ponto de conseguir respirar,
De te olhar e suspirar.

terça-feira, 21 de junho de 2011

My path.


Your eyes can shine just  like emeralds, even if they are cold, even if they are shy. We walked quietly, hidden in the woods maybe lost in our own minds. I always say that you could be in front of me and still too lost to be found. Are you lost in your mind? 'Cause I am. I'm lost in your perfum, in your essence, in your ways that I never had.
I didn't choose this path, it was someone else who chose for me and I just try to go along with it, hoping to one day get in the end of the tunnel and leave the start of it just to find you.
Like the path I'm too big, too glorious to be the way that everyone needs me to be. I never had this ways that I love in you and I will never have, hope some day you may see this too. I'm not like you and for me be me is everything, I'll never stop to be me for one second, even if I don't know myself or even if I don't like myself. I just know that I'll never have another ways just to everything be fine, to you stay fine. Anyone change for me, so why should I change?

I wish that everything could be different, but this is my path, my ways, myself. I prefer to take horrors than to be different. And I wish I was...

domingo, 19 de junho de 2011

Bored at 4am.

Pessoas com insónias, ámen.
Meh, basicamente eu sou uma pessoa nocturna e imaginem só, nasci para dormir ao sol.
Nasci para uma coisa mesmo importante, cof, cof.




Gifs, fuck yeah.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

domingo, 5 de junho de 2011

Express yourself.

You should dance and sing everytime you want, scream any time you want, cry anytime you want.  Just stop to think about what other people think, if you would do that you would feel amazing, stop to be so serious.
Your life sucks.



Ps- STOP TO FUCKIN' JUDGE PEOPLE WHO DO THAT, YOUR LIFE SUCKS 3000X

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Flowers for you.

I wish that sun could shine
And the flowers could rise
Until the very moon stop for a while in the sky.
Leaving the leaves behind
And make water be mine
Until the very end of the wind.
Touch quite slowly
In every feelings of mine
Until my tears dry,
Until my breath stop to sigh.
Close my eyes
Climbing my skin
Until every sad moment dies.