sexta-feira, 19 de julho de 2013

PAA

Misery from Émmana Brint on Vimeo.

This is my final project of my final year in High School - Escola Artística Soares dos Reis The theme was Fairy Tales. Write, Art producer and editor: Émmana Brint Teacher: Francisco Cruz Narrated by: Ana Kennerly Music By: Isac Rego, Emanuel Rocha and João Pedro I consider a fairy tale very illusional, with dreams that in reality do not happen. This story, that I created, is about a girl who different from others and ends up going mad. Tthis normally doesn't happen in fairy tales, but in real life it's very possible. I tried to insert that kinda of illusion, that exists in fairy tales, more in the narrative, using watercolor and doing it all by hand, helping me to create various transformations like there it was a dreams. When she started to go mad i created what happens when we close our eyes and we see all this little lights of yellows and reds. To the person who is watching being following her madness.

quarta-feira, 17 de julho de 2013


Shouts embraces my agony
Spreading it all over my veins.
Shouts embraces all my tragedy
With a pain I could not explain.

If the cut goes too deep,
Let it bleed
Let it bleed
Without weep.

The chains clously break,
Through so much time
I could feel the ache
Breaking through the sublime
Way of  die.
I met you in September,
And in July you were already gone.
I took a bottle of pills
You went to the hospital.

I love you
I love you
I love you

domingo, 14 de julho de 2013

"I wonder if you know yet that you’ll leave me. That you are a child playing with matches and I have a paper body. You will meet a girl with a softer voice and stronger arms and she will not have violent secrets or an affection for red wine or eyes that never stay dry. You will fall into her bed and I’ll go back to spending Friday nights with boys who never learn my last name. I have chased off every fool who has tried to sleep beside me. You think it’s romantic to fuck the girl who writes poems about you. You think I’ll understand your sadness because I live inside my own. But I will show up at your door at 2 am, wild-eyed and sleepless. and try and find some semblance of peace in your breastbone. and you will not let me in. You will tell me to go home."

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Dear


De vez em quando voltas, matas o que te rodeia e ris-te, como se a alegria não chegasse ao fim. De vez em quando voltas e quando voltas matas. Todos riem enquanto lhes sugas a alma, vivo de almas, vivo das almas que me sugas.
Já raramente pões aqui os pés e quando pões, é para continuar a me manter neste coma. Nunca estás o tempo suficiente para eu poder apreciar as almas que sugas. Voltas cheia de ódio, como se fosses obrigada a estar, sem ti eu não vivo, imerso em coma.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Flowers commit suicide.

A razão em querer morrer já mal
existe, apenas impulsos que correm por mim. Se não tivesse duas mãos, a direita sem dúvida já me teria morto, a outra mão está lá para segurar esses impulsos que não são de mim mas sim de memórias inconformáveis que rasgam o peito com ardor, a respiração atravessa-me, parte-me em dóis e os olhos param cheios de dor.
A memória vem e vai, a mão agarra o pescoço, a outra tira-a.

Alívio. Alívio por a memória já não persistir, por a dor já não sentir e escorrego na mesa como se o pensamento novamente não existisse, nem um pequeno som na minha mente. Nada.
Vazio cerebral. Derreto pela mesa fora, agora está tudo bem porque estou longe e longe não sinto, não ouço, não vejo apenas ajo e ajo como é suposto agir. Não existo e sou feliz.

Lembro-me, torno-me presente, real durante dois segundos e a minha mão já segura uma faca novamente contra mim e grito até não conseguir mais.
Só penso que os vizinhos devem achar que se passa de algo muito errado no meu pequeno apartamento. Ás vezes com tanta gritaria entre mim e mim, tenho medo que algum apareça à porta. Não saberia o que dizer, o mais certo era não abrir.


terça-feira, 2 de julho de 2013

Stilte

Eu vivo em silêncio,
Com a boca cheia de almofadas duras.
Não existe algum prenuncio,
Neste coração que arde,
Que consome tudo e se torna cobarde.

Vazio não existe
O vazio que existe é feito de entulhos
Caos que ecoa barulho.
Quando tanta coisa fulmina
O que acaba por sair parece vazio
A desconexão nunca termina.

Acabo por nunca dizer nada
Roendo a almofada
Onde tento dizer tanto,
Morro ensanguentada.