quarta-feira, 10 de julho de 2013

Dear


De vez em quando voltas, matas o que te rodeia e ris-te, como se a alegria não chegasse ao fim. De vez em quando voltas e quando voltas matas. Todos riem enquanto lhes sugas a alma, vivo de almas, vivo das almas que me sugas.
Já raramente pões aqui os pés e quando pões, é para continuar a me manter neste coma. Nunca estás o tempo suficiente para eu poder apreciar as almas que sugas. Voltas cheia de ódio, como se fosses obrigada a estar, sem ti eu não vivo, imerso em coma.

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